Fechamos os olhos, encolhemos os ombros, viramos a página quando nos deparamos com tais acusações a nós mesmos. Sorrimos para quem está ao nosso lado, dizemos que é triste e que sentimos pena por não fazerem nada, chamamos de imbecis os que pouco fazem, mas se calhar quem não faz somos nós próprios. Dizemos que é um problema do estado… Enfim, esvaziamos a mente para que não nos dilacere com a nossa culpa. Todos os dias se vêem as estrelas, pelo menos sabemos que estão lá, e sorrimos, contemplamos essa beleza de contornos indefinidos, infinitos… São milhares de milhões que brilham incessantemente, são muitas mesmo. E cada uma esconde uma história semelhante de vida e de morte. Sim, morte, claro. Mas não a mesma que o destino deu para as crianças que sucumbem diariamente, vítimas de fome, tolhidas pelo desespero, desamparadas, abandonadas à sua sorte, condenadas a viver sem brilho nos olhos, sem sorriso nos lábios, sem desejo de olhar para cima e descobrir a beleza que se lhes depara. Estas crianças inocentes que querem apenas uma oportunidade para serem iguais a tantas outras. Não são a doença, são sim vítimas de uma doença à escala mundial, que tem cura, mas que não se cura por “nossa” causa. Uma causa, culpa, que pode ser adjectivada pelo egoísmo de cada um de nós e dos interesses economicistas que divagam o mundo, e que se mascaram… e mascaram a sua responsabilidade de forma hilariante, pois apenas agem para silenciar os alguns e fortes revoltosos que crepitam à sua volta desses poderosos, tentando manter viva a chama da esperança para aqueles que nasceram sem ela… São apenas palavras escritas, talvez o melhor fosse apagá-las desta folha de papel, pois não têm força para mudar nada... Ou daí talvez não… Lembrei-me de largar esta folha ao vento. Deixá-la percorrer o mundo, para que cada um de nós a pudesse ler, sentir, tocá-la num acto simbólico que vincasse a vontade de mudar o corrente ao rio que carrega as lágrimas de tantas crianças em desespero. Talvez assim, mesmo amarrotada, envelhecida, vincada pela minha compaixão, marcada com a minha revolta, esta folha possa um dia chegar às mãos de um desses intitulados Senhores do poder mundial, para que esta marcha não seja apenas uma estrela a brilhar só para alguns…
Oi Drika, td bem? Qto tempo... Tentei te achar pra te add no meu orkut e não te achei. Procura ai o meu: Neusinha Santos e a Paula pediu pra vc add ela tbém: Paulinha Duarte Add agente, ok? Bjos...
Oi, Adriane, que bom que vc aceitou meu convite para meu grupo de amigos, vc sumiu? A Paulinha sempre fala em vc, outro dia ela me mostrou uma mensagem q vc mandou no tel. dela. Achei lindo. Vamos marcar qualquer dia pra eu levá-la na tua casa, ela sempre me pede. Bjos.
Talvez o mar... A minha vida... Não, talvez a felicidade plena... Ainda assim, seria pouco demais perto do que merece... Porém, eu sei que te dar tudo isso seria impossível. Portanto, o que tenho a lhe oferecer em forma do meu agradecimento, seria todo o meu atenção sincero, o meu sorriso verdadeiro, e dizer que quando precisar de alguém chame por mim novamente, e eu virei com toda ternura do mundo para lhe dar a minha vida se for possível. Muito obrigado. mais do que tudo no mundo. Você é especial no mundo!!!!!!
Fechamos os olhos, encolhemos os ombros, viramos a página quando nos deparamos com tais acusações a nós mesmos. Sorrimos para quem está ao nosso lado, dizemos que é triste e que sentimos pena por não fazerem nada, chamamos de imbecis os que pouco fazem, mas se calhar quem não faz somos nós próprios.
Dizemos que é um problema do estado… Enfim, esvaziamos a mente para que não nos dilacere com a nossa culpa.
Todos os dias se vêem as estrelas, pelo menos sabemos que estão lá, e sorrimos, contemplamos essa beleza de contornos indefinidos, infinitos… São milhares de milhões que brilham incessantemente, são muitas mesmo. E cada uma esconde uma história semelhante de vida e de morte. Sim, morte, claro. Mas não a mesma que o destino deu para as crianças que sucumbem diariamente, vítimas de fome, tolhidas pelo desespero, desamparadas, abandonadas à sua sorte, condenadas a viver sem brilho nos olhos, sem sorriso nos lábios, sem desejo de olhar para cima e descobrir a beleza que se lhes depara. Estas crianças inocentes que querem apenas uma oportunidade para serem iguais a tantas outras. Não são a doença, são sim vítimas de uma doença à escala mundial, que tem cura, mas que não se cura por “nossa” causa. Uma causa, culpa, que pode ser adjectivada pelo egoísmo de cada um de nós e dos interesses economicistas que divagam o mundo, e que se mascaram… e mascaram a sua responsabilidade de forma hilariante, pois apenas agem para silenciar os alguns e fortes revoltosos que crepitam à sua volta desses poderosos, tentando manter viva a chama da esperança para aqueles que nasceram sem ela…
São apenas palavras escritas, talvez o melhor fosse apagá-las desta folha de papel, pois não têm força para mudar nada... Ou daí talvez não…
Lembrei-me de largar esta folha ao vento. Deixá-la percorrer o mundo, para que cada um de nós a pudesse ler, sentir, tocá-la num acto simbólico que vincasse a vontade de mudar o corrente ao rio que carrega as lágrimas de tantas crianças em desespero. Talvez assim, mesmo amarrotada, envelhecida, vincada pela minha compaixão, marcada com a minha revolta, esta folha possa um dia chegar às mãos de um desses intitulados Senhores do poder mundial, para que esta marcha não seja apenas uma estrela a brilhar só para alguns…